- FOCO — Mantenha o foco naquilo que vai decidir, não na ferramenta Faça o pedido à IA descrevendo numa linha que decisão vai ser tomada e por quem - “Analisa estes dados porque teremos de decidir se mantemos o turno da noite....”.
- QUESTIONAR — Questione a origem e o tempo dos dados A IA só trabalha com o que lhe foi fornecido. Não tem conhecimento de dados recentes e que só a equipa sabe. Para isso não acontecer, experimente atualizar os dados.
- DISCORDAR — Peça sempre um contra-argumento Depois de receber uma conclusão, peça com clareza: “Apresenta o melhor argumento que contraria esta decisão”. Uma análise sólida que possa representar a opinião da figura típica do ‘advogado do diabo’ ajuda a testar a decisão.
- CRITICAR — Não confunda o padrão com a causa A IA é excelente a encontrar relações entre os dados e, muitas vezes, ineficaz quando tem de saber qual explica qual. Distinguir coincidências entre causas exige conhecer o negócio, e isso continua a ser uma garantia do esforço humano.
- COMPARAR — Teste a ferramenta num caso conhecido Antes de confiar numa análise nova, forneça dados sobre um período do ano passado cuja história e respetivos impactos já conhece. Se a leitura for correta, ganha confiança naquilo que a IA lhe está a dar. Se não coincide, pode estar perante uma má decisão.
- RESPONSABILIZAR — No final a assinatura é sempre sua A IA prepara, compara e sintetiza. Não irá posteriormente responder pela decisão perante os superiores, uma equipa ou um cliente. Essa parte não é delegável.
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A IA na Análise de Dados e Tomada de Decisões
6 de agosto de 2026