A colaboração não acontece porque pressionamos "o botão". Tal como um atleta não faz 10 km a frio, uma equipa não dá o seu melhor se colocarmos os seus elementos juntos à pressa para resolverem um projeto, quando as pessoas ainda nem sequer se conhecem.
A confiança, o à-vontade e o conhecimento mútuo — deve ser ’trabalhado' antes do trabalho crítico começar.
Como?
- Crie espaços para as pessoas se conhecerem — não só sobre o seu percurso profissional, mas também falando dos interesses pessoais. A confiança nasce de uma ligação que vai além do nome e função.
- Privilegie o contacto presencial sempre que possível. Em organizações grandes, use ferramentas digitais para chegar a toda a gente.
- Ligue os recém-chegados às pessoas que fazem pontes — aquelas que conhecem toda a gente e ajudam os outros a fazerem um onboarding mais rápido.
- Implemente mentoria , incluindo um "mentor relacional" (para ajudar a conhecer pessoas) , o qual é bem distinto do mentor técnico (especialista) ou de carreira.
- Misture áreas e níveis de senioridade. Não isole a engenharia do marketing, ou os RH das finanças. Quanto maior for proximidade física entre diferentes áreas funcionais, maior a capacidade da informação circular e das pessoas falarem umas com as outras.
- Dê espaço de trabalho contínuos à equipa, em vez das pessoas somente se encontrarem nas salas de reunião à hora marcada. Trabalhar lado a lado constrói confiança.
- Celebre as vitórias como equipa , não individualmente. E faça debriefings com abertura: o que correu bem e mal na nossa forma de colaboração? É importante otimizar o processo e identificar áreas de melhoria, e não acreditar na sorte.