Esta é uma expressão que desafia o mito que diz que - "não há um 'eu' numa equipa". Muitas experiências do desporto de alta competição reforçam a ideia que uma equipa de alto rendimento depende dos talentos, dos egos e contribuições individuais dos seus elementos. Aqui ficam algumas lições que podem ser de reflexão para a área empresarial.
- Reconheça o Valor Individual
- Admita a Desigualdade e o Conflito Produtivo
- Dê Prioridade à Performance
- Esteja atento à ‘preguiça’ em equipas grandes
- Tome decisões estimulando a individualidade
Equipas de alto rendimento são mais do que a soma dos contributos individuais, porque a ‘qualidade’ e as características específicas dos seus elementos (talento, personalidade, etc.) são cruciais. Temos de assumir que numa equipa nem todos são iguais.
A desigualdade (de talento, capacidade ou remuneração) não é negativa, além disso pode ser o motor para a excelência e a competição interna saudável, desde que bem gerida. Não acredite em climas de harmonia excessiva que retiram as tensões naturais que impulsionam o progresso.
Não evite o conflito interpessoal. Muitas vezes, o conflito é uma ‘consequência’ do baixo desempenho, e não a causa. Ao contrário, um foco excessivo na harmonia leva a que as pessoas se inibam de expressar discordâncias, o que é prejudicial.
Equipas maiores tendem a ser menos produtivas devido à dificuldade de coordenação e ao "social loafing" (existe mais probabilidade das pessoas se ‘encostarem’ ou ficarem mais ‘preguiçosas’ quando fazem parte de um grande grupo).
Além disso, quanto mais eliminar a individualidade, mais surge o "Paradoxo de Abilene" que aborda o processo de tomada de decisão nas equipas. Esta teoria explica aquelas decisões tomadas com as quais ninguém concorda verdadeiramente, mas que vão para a frente para se evitar o conflito, mesmo que cada um fique insatisfeito com o rumo a seguir.
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